terça-feira, 22 de janeiro de 2013

EDUCAÇÃO INTEGRAL

        Educação Integral não tem volta!  Acordem autoridades!
           D
esenho crescente de uma teia de escolas com um tempo diferente.
           U
m desafio diário, trabalho árduo de Educadores valentes.
            C
onstruindo cidadania e valores!Utópicos creem na mudança pelo social!
            A
lguns poucos somos ainda, que compreendem o Programa Mais Educação.
 Integra
Ção que a escola e o Município ainda não conseguem abranger.
        Aç
Ão educativa que transcende o repasse dos conteúdos.
             O
nde o encantamento e a curiosidade são motrizes do apreender

       EstImulando em cada criança, e jovem o desejo de ser!
            Neste processo reconhecemo-nos como iguais na diferença.
            Todos juntos ainda poucos! Tecendo a rede deste belíssimo fazer.
            Em todo o Brasil é uma revolução na Educação. Pois o convívio transforma!
           Gera vínculos que fazem da aprendizagem uma aventura compartilhada.
          Realmente, pois brincando se aprende, e juntos todos se sentem mais fortes!
      A convivência tão humana e autêntica é o que nos torna melhores e aprimora!
      ViLa Velha tem a marca de um Mestre: Marcelino, que tem este sonho orquestrado!
EM FRENTE!
 
Todas as vezes que a dor
se amontoa à minha frente
Sobre ela passo dançando,
Eu a circulo, se não puder avançar.
Mesmo que, às vezes bem devagar...
Sigo em frente sem parada
A felicidade está sempre a me chamar
Com céu azul, sol e vida...
Muita vida a me tomar!
Em momentos que se eternizam,
e fazem valer a pena a caminhada...
Zeni Bannitz
Enviado por Zeni Bannitz em 02/11/2012
 Código do texto: T3965151

domingo, 14 de outubro de 2012

UM POUCO DE MIM: SOU CHATA! E DAÍ?



Não bebo quase nunca!
Sou uma não fumante: Xiita!
O álcool marcou minha vida tristemente...
O cigarro também!
Esses prazeres fugazes,
na minha vida não se encaixam!!!

Gosto de gente com cheiro e sabor natural...

Não brigo, mas aprendi a briga!
Ainda assim prefiro conversar...
Afinal, haverá sempre uma divergência...
Que ela seja estímulo para a interlocução!

Não falo palavrões, e não gosto de escutá-los...
Principalmente se forem pra mim!
Não grito, e gosto de falar mansinho... com alegria,
ou tristeza, que seja sempre com delicadeza!

Faço da paz ação em meu caminho!
Amo as palavras do bem... e as gentes as dizem também...

Sei que alguns me dizem chata! Sou mesmo, e daí?!
Posso ser difícil, por isso, seletiva demais!
Eu sei que estou sozinha por isso...
Mas essa é minha opção, e dela não abro mão!

domingo, 30 de setembro de 2012

Sou como a lua, de fases...
Sou única, rara, e comum...
Mas não me adivinhe, nem me presuma...
Olhe-me, e me enxergue... Logo!
Pois antes do amanhecer
desaparecerei no horizonte,
e ao contrário da lua
Talvez nunca mais eu volte!
 Zeni Bannitz
QUEM FOI QUE DISSE

Quem foi que disse que o amor tem que rimar com dor?
Ah, que me desculpe! É comum sentir assim, mas se enganou!
Amor rima com cor, que alegra o céu da gente!
Rima com sorriso solto, com gargalhada e bom humor!
Amor rima com carinhos, gentilezas, com zelo e atenção...
Rima com flores e poesias, com surpresas expressando a paixão!
Amor só não rima mesmo é com dor, porque dor rima com doença!
E doença brota do medo, nasce da amargura da falta do amor,
dentro do coração da gente!
 
Zeni Bannitz

sábado, 21 de julho de 2012

TERRA SEDENTA

 Terra sem uso, quase virgem...
Terra imêmore...
Terra erma e solitária,
que o tempo ao acaso
fecundou de cores.
Terra perdida e desvendada
arada pelo jovem lavrador
que a surpreende!
Terra lavrada de vida
Onde em diversidade
foi semeada, terra viva!
Aves, e borboletas,
que nela fizeram morada,
Terra bela, terra amada...
Pela própria natureza,
em si mesma estimada...
Que recebe a chuva forte
de beijos molhados,
de mãos enormes
que a amaciam e revolvem...
em frenesi e desejo...
Corpos molhados
misturam-se à argila morna.
Delícia e prazer sem nome...
Contrastes e densidades
Que compõe na diferença
uma beleza infinda...
Terra que recebe o leite,
néctar do amor
a invadir-lhe as entranhas,
a escorrer-lhe pelas grotas
que deságuam nesse mar...
Mar de céu azul, e
imensa correnteza...
de amor sem limites,
em profundo oceano.
Terra linda, em plena primavera...
Já quase no inverno da vida...
Recebe o presente amor de Deus
Que da à sua existência sentido
A terra sedenta,
fêmea faminta foi saciada!